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05/07/2019

Em homenagem aos 25 anos da morte de Mathias Leh
(Klaus Pettinger)

O suábio Mathias Leh veio ao mundo no dia 9 de março de 1937. Já o presidente Mathias Leh nasceu em 11 de Junho de 1966, durante a eleição unânime na Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa Agrária.

Hoje, há exatos 25 anos, a comunidade de Entre Rios recebia, incrédula, a notícia de que ambos – o suábio e o presidente – haviam encerrado, inesperadamente, suas contribuições no plano terreno.

Transformações fundamentais nas esferas da educação, da cultura e da economia se devem ao mais longevo presidente da Agrária. Justamente os três pilares de desenvolvimento definidos para Entre Rios, desde o início do seu mandato, e cuja importância ele ratificou até os últimos dias de sua vida.

À comunidade suábia de Entre Rios e à Agrária, Mathias Leh doou cerca de metade de sua vida. Se por um lado seus olhos limitavam sua visão física, por outro ele dispunha de uma visão de mundo à frente do seu tempo.

Colher satisfatoriamente era importante, mas verticalizar trigo em farinha, cevada em malte e soja em óleo era, desde aquela época, o futuro – e é nosso presente. Conhecer a cultura suábia e dominar o idioma alemão era o mínimo, mas eternizar ambos, transmitindo-os às novas gerações é o que chamamos atualmente de sustentabilidade.

A capacidade de engajar apoio, seja da Alemanha, da Áustria, da Suíça, do governo federal brasileiro ou mesmo dos companheiros profissionais ou pessoais, era tanto um talento quanto uma proeminente característica, que ele aliava com maestria à incomparável capacidade de persuasão.

A admiração pelo nível de desenvolvimento da colônia suábia brilhava aos olhos de visitantes. Todos queriam conhecer a cultura e apreciar as apresentações de música, canto, dança e teatro.

Das unidades de armazenamento até a Maltaria, das estações experimentais até o Colégio Imperatriz, passando pelo Hospital Semmelweis, o Centro Cultural, o Jugendheim, o Jugencenter e a nova sede administrativa. Mathias Leh continua vivo em cada uma de suas obras físicas e intangíveis.

Dias antes de sua morte, Mathias Leh dirigiu-se pela última vez aos seus conterrâneos por meio de entrevista ao “Jornal de Entre Rios”. “Mantenham-se unidos!”, começou ele. “Mantenham-se unidos na família e na comunidade! Em comunidade, na união, tudo se torna suportável, tudo acaba sendo superável. Honre e ame sua nova pátria Entre Rios, que foi construída à custa de tantas vítimas”.

Mathias Leh conseguiu, em quase três décadas, elevar a autoconfiança da comunidade suábia, contribuindo decisivamente para que Entre Rios pudesse desenvolver sua própria força de atração. Uma força que no dicionário dos sentimentos é definido por lar. Uma pátria permanente para todas as futuras gerações de Suábios do Danúbio.


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